Que o MST sempre promove destruições patrimoniais em suas invasões é um fato conhecido de quem acompanha as ações criminosas desta entidade clandestina. Seu poder de mobilização e de mobilidade vem de seus cofres abarrotados de dinheiro público, distribuído para entidades paralelas que abastecem o clube ilegal de João Pedro Stédile.
Nesta semana, entretanto, o MST ultrapassou tudo o de criminoso que já fizera ao longo de sua trajetória na “luta pela Reforma Agrária”. As imagens aéreas da destruição de um canteiro com milhares de pés de laranja estarreceram o Brasil, incluindo-se aí até mesmo aquela ala simpatizante desses criminosos.
O trator esmagando literalmente um laranjal, esmagava também a nossa dignidade, a nossa cultura de respeito à lei e, por extensão, enterrava nas esteiras os códigos legais vigentes que deveriam punir a delinqüência e o vandalismo em nosso país.
A empresa que explora a área invadida no município paulista de Borebi, a Cutrale, é a maior processadora de suco de laranja do mundo. Ela produz divisas para o Brasil, mantém milhares de empregos diretos e indiretos e sua operação na área registra uma produtividade invejável.
O levantamento da destruição aponta sete mil pés de laranja arrancados e esmagados, 28 tratores destruídos ou danificados, caminhões e sistemas de irrigação sabotados, além de sete residências depredadas, saqueadas e pichadas com inscrições boçais, tais como “ o MST em ação” e “revolucionários em luta”. Os invasores furtaram equipamentos eletrônicos, móveis, roupas e defensivos agrícolas.
A empresa Cutrale fez um levantamento preliminar e calculou o prejuízo do tsunami irracional em três milhões de reais, segundo o gerente agrícola da propriedade, Claudinei Ferreti. Mas esta invasão foi diferente das outras. A barbárie da vagabundagem teve uma documentação em imagens tão clara e tão aterrorizante que não poderá haver silêncio de nenhuma autoridade responsável deste país.
OS PREJUÍZOS - Parte 1
O cálculo real só será conhecido em três dias. Os pés de laranja esmagados pelos tratores tinham cinco anos, idade ideal de plena produção, cujo custo de cada pé é de R$ 340.
OS PREJUÍZOS - Parte 2
Nos dias em que a fazenda ficou sob o controle do MST 90 mil caixas de laranjas não foram colhidas e se perderam, O cheiro de laranja podre misturou-se ao das fezes dos invasores que fizeram questão de usá-las como “tinta” para sua pichação.
OS PREJUÍZOS - Parte 3
Os 28 tratores destruídos tem um custo médio de R$ 45 mil cada e o método de danificá-los seguir a cartilha das invasões: colocar areia no motor e acionar o arranque para fundi-lo.
OS PREJUÍZOS - Parte 4
Os caminhões e os tratores destruídos tiveram sua fiação arrancada e os faróis quebrados. Um caminhão-tanque com 15 mil litros de óleo diesel foi esvaziado e o combustível sumiu.
CASAS SAQUEADAS
A sede e outras seis casas dos empregados da Cutrale tiveram suas portas, janelas, móveis e chuveiros destruídos e/ou furtados. A ladroagem do MST deixou suas impressões digitais na área invadida.
AÇÃO POLICIAL
A polícia de Boredi vai abrir inquérito contra os invasores por esbulho possessório, formação de quadrilha, furto, dano e progressão criminosa. Como se isso adiantasse para os impunes criminosos do MST.
NOVO MILITANTE
Um motorista profissional, com 58 anos de idade, não consegue emprego, mesmo tendo um currículo sem acidentes ou infrações de trânsito. Ele mandou uma mensagem ao colunista dizendo que só lhe resta pedir apoio ao MST e se transformar num sem-terra.
Fonte: MENDELSKI, Rogério (http://www.rogeriomendelski.com.br/)
Nesta semana, entretanto, o MST ultrapassou tudo o de criminoso que já fizera ao longo de sua trajetória na “luta pela Reforma Agrária”. As imagens aéreas da destruição de um canteiro com milhares de pés de laranja estarreceram o Brasil, incluindo-se aí até mesmo aquela ala simpatizante desses criminosos.
O trator esmagando literalmente um laranjal, esmagava também a nossa dignidade, a nossa cultura de respeito à lei e, por extensão, enterrava nas esteiras os códigos legais vigentes que deveriam punir a delinqüência e o vandalismo em nosso país.
A empresa que explora a área invadida no município paulista de Borebi, a Cutrale, é a maior processadora de suco de laranja do mundo. Ela produz divisas para o Brasil, mantém milhares de empregos diretos e indiretos e sua operação na área registra uma produtividade invejável.
O levantamento da destruição aponta sete mil pés de laranja arrancados e esmagados, 28 tratores destruídos ou danificados, caminhões e sistemas de irrigação sabotados, além de sete residências depredadas, saqueadas e pichadas com inscrições boçais, tais como “ o MST em ação” e “revolucionários em luta”. Os invasores furtaram equipamentos eletrônicos, móveis, roupas e defensivos agrícolas.
A empresa Cutrale fez um levantamento preliminar e calculou o prejuízo do tsunami irracional em três milhões de reais, segundo o gerente agrícola da propriedade, Claudinei Ferreti. Mas esta invasão foi diferente das outras. A barbárie da vagabundagem teve uma documentação em imagens tão clara e tão aterrorizante que não poderá haver silêncio de nenhuma autoridade responsável deste país.
OS PREJUÍZOS - Parte 1
O cálculo real só será conhecido em três dias. Os pés de laranja esmagados pelos tratores tinham cinco anos, idade ideal de plena produção, cujo custo de cada pé é de R$ 340.
OS PREJUÍZOS - Parte 2
Nos dias em que a fazenda ficou sob o controle do MST 90 mil caixas de laranjas não foram colhidas e se perderam, O cheiro de laranja podre misturou-se ao das fezes dos invasores que fizeram questão de usá-las como “tinta” para sua pichação.
OS PREJUÍZOS - Parte 3
Os 28 tratores destruídos tem um custo médio de R$ 45 mil cada e o método de danificá-los seguir a cartilha das invasões: colocar areia no motor e acionar o arranque para fundi-lo.
OS PREJUÍZOS - Parte 4
Os caminhões e os tratores destruídos tiveram sua fiação arrancada e os faróis quebrados. Um caminhão-tanque com 15 mil litros de óleo diesel foi esvaziado e o combustível sumiu.
CASAS SAQUEADAS
A sede e outras seis casas dos empregados da Cutrale tiveram suas portas, janelas, móveis e chuveiros destruídos e/ou furtados. A ladroagem do MST deixou suas impressões digitais na área invadida.
AÇÃO POLICIAL
A polícia de Boredi vai abrir inquérito contra os invasores por esbulho possessório, formação de quadrilha, furto, dano e progressão criminosa. Como se isso adiantasse para os impunes criminosos do MST.
NOVO MILITANTE
Um motorista profissional, com 58 anos de idade, não consegue emprego, mesmo tendo um currículo sem acidentes ou infrações de trânsito. Ele mandou uma mensagem ao colunista dizendo que só lhe resta pedir apoio ao MST e se transformar num sem-terra.
Fonte: MENDELSKI, Rogério (http://www.rogeriomendelski.com.br/)

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